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SANTA CRUZ CLÍNICA VETERINARIA

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segunda-feira, 30 de abril de 2012



Um por todos e todos por um



Com a decisão unilateral do Partido dos Trabalhadores (PT) de Santa Cruz em lançar candidatura própria para prefeito com o nome do Dr.Petronio, qual será a atitude dos “Ex-Quarteto Fantástico” e agora Três Mosqueteiros?
 D'Artagnan e os Três Mosqueteiros "Athos, Porthos e Aramis"... Digo Dr. Marcos, Dr. Cabral e Paulo Cesar?
 Seria o Dr. Petronio Spinelli “O D'Artagnan de Santa Cruz”? Sim! Porque seguindo a analogia dos contos de “super-heróis”, romances e etc...

 Os três mosqueteiros tinham um líder! “Os Três Mosqueteiros é um romance histórico escrito pelo francês Alexandre Dumas.” 

  Será que os outros pré-candidatos irão aceitar esta decisão unilateral de serem coadjuvantes nesta "aventura de salvar a nossa cidade"?

  Metáforas aparte, se por acaso o (PT) não conseguir convencer aos outros três, que Dr. Petrônio é realmente o melhor nome? Como irá caminhar o grupo oposicionista?

Será que teremos mais de Três candidaturas a prefeito?
Por outro lado esta talvez seja a única opção, tendo em vista a ultima pesquisa  amplamente divulgadano sábado (28), e comentada pelo deputado Tomba Farias na radio Santa Cruz am, domingo de manhã...
A final de contas quem é ou quem são as oposições em Santa Cruz?
 O tempo dirá!
 
Fonte:  http://pvsantacruzrn.blogspot.com.br/

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Padre Jorge vai lançar seu primeiro CD: renda será revertida em ações sociais


Padre Jorge vai lançar seu primeiro CD: renda será revertida em ações sociais

O Vigário Paroquial de Santa Rita de Cássia, Pe. Jorge Cardoso vai lançar seu primeiro CD na abertura da Festa de Santa Rita de Cássia, no dia 13 de maio. O projeto é um desejo antigo do padre que agora está sendo concretizado. O CD, com título “Roubaste meu Coração”, terá 12 faixas, todas com letra e melodia do Pe. Jorge Cardoso, que já compôs mais de 100 canções.
Segundo padre Jorge Cardoso o CD foi uma inspiração divina para ajudar também a Igreja de Santa Cruz. “Nós imaginamos algo para uma boa campanha no Paraíso, foi quando surgiu a idéia do CD, que reverteremos 50% dos recursos para a reforma da capela”, explicou.
Além de um projeto pessoal, o CD terá também um lado social para a Paróquia de Santa Rita de Cássia. O disco custará R$ 10,00 e sua renda será revertida para a compra de um carro adaptado ao padre, que teve paralisia infantil, e aplicado na reforma da Capela de São João Batista, no Paraíso.
A renda será dividida em partes iguais, 50% dos recursos serão destinados a compra do carro adaptado, e os outros 50% para a reforma da Capela do Paraíso, que foi iniciada no mês passado.
Além do CD, o padre comercializará camisetas, com 100% da renda revertida para a reforma da Capela de São João batista. As camisetas serão vendidas já no lançamento do trabalho e terá estampada a arte do CD na frente.

Fonte:  http://www.radiosantacruzam.com.br/
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 HOJE VOCÊ  VAI A PERTA SEU PARAFUSO SOLTO
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'Sou um artista querido pelo povo'



O cidadão Francisco Everardo e também deputado federal  esteve em natal na última quinta-feira dentro de uma campanha contra uso de drogasHá alguns artistas que na televisão mostram um perfil e pessoalmente demonstram ter outro. Alguns falam demais em programa de televisão, no contato pessoal são econômicos nas palavras. Outros mostram carisma nas fotos, quando nos deparamos com eles trazem fisionomia cerrada. Mas no caso de Francisco Everardo Oliveira Silva ele é exatamente como transparece nas aparições na televisão e no rádio. Palavras simples, espontaneidade nos gestos e nas brincadeiras. Agora me diga, você sabe quem é Everardo Oliveira? Ou melhor o deputado federal Everardo? Não! Estou me referindo ao palhaço Tiririca, o artista que virou deputado.
josé cruz/abrO cidadão Francisco Everardo e também deputado federal esteve em natal na última quinta-feira dentro de uma campanha contra uso de drogas

Ele admite que foi o fato de ser palhaço o que o levou a ser deputado. Mas estaria Tiririca pensando em fazer uma carreira política? O palhaço prefere não fazer planos. Rejeita a definição de que os votos recebidos por ele, que o levaram a ser o deputado federal mais votado do país, foram de protesto. Para o palhaço o desempenho nas urnas é creditado ao fato de "ter falado a verdade". "Eu disse que não sabia para que servia um deputado e de fato muita gente não sabe. Eu disse que queria empregar toda minha família, quem não quer? Só não empreguei porque não podia. As pessoas votaram em mim porque eu só falo a verdade", disse o deputado Tiririca, que esteve em Natal participando do jogo "Diga não ao crack", evento promovido pelo deputado federal Fábio Faria.

Deixando de lado o discurso de parlamentar e partindo para uma análise sobre a própria trajetória, Tiririca lembra do início da carreira, da fome que passou: "As pessoas me veem lá e é como se fossem elas. É o cara que veio com o preconceito, que batalhou para caramba, veio do nada, passou fome, está lá  (na Câmara dos Deputados) e está fazendo bem feito".  Deixando de lado a modéstia, Tiririca afirma que não há como se falar em humor sem lembrar do nome dele e não há como abordar a temática de deputado federal sem também falar dele. "Se você falar sobre humor hoje e não falar em Tiririca não pode. Se você falar na política hoje e não falar em Tiririca! Isso é uma coisa fantástica. O cara que batalhou e chegou onde chegou pela batalha e por falar a verdade", afirma.

Durante toda essa entrevista, Tiririca por diversas vezes falou a palavra fantástico. Para lembrar que passou fome disse ser "fantástico", para enaltecer os projetos que apresentou na Câmara disse ser "fantástico", para destacar que nunca faltou a uma sessão no parlamento ele também definiu como "fantástico". O convidado de hoje do 3 por 4 é um palhaço que se transformou em deputado, um deputado que não deixa de lado os jeitos e trejeitos do palhaço, um artista popular que a partir de "Florentina" ganhou a  estrada e conquistou fãs.

Com vocês, Tiririca:

Há pouco mais de um ano como deputado federal, é melhor ser palhaço ou ser deputado?

Minha profissão mesmo é humor, mas me adaptei bem. Os três primeiros meses foram difíceis para caramba. Até você se adaptar à casa, o jeito do trabalho, essas coisas todas, levaram três meses. Agora que me adaptei estou tirando de letra Graça a Deus. Estamos fazendo um trabalho bacana, as pessoas que votaram na gente eu não estou decepcionando meus eleitores, isso é fantástico. Estou apresentando projetos e mais projetos. Agora sabemos que para ser aprovado são outros 500. É difícil, é complicado aprovar projeto. Mas estamos apresentando. São 513 deputados federais, sou um dos 13 que nunca faltou. Isso é fantástico, é maravilhoso.

Se o senhor pudesse escolher um projeto seu como mais importante, qual seria?

É o do circo escola para os filhos de artistas circenses. É complicado estudar em escola com o circo. Ele (o circo) passa 15 dias em uma cidade, cinco dias em outra. E vai mudando de cidade em cidade. E os colégios não aceitam os filhos dos artistas circenses. Fizemos esse projeto e eu acredito que se esse projeto for aprovado será sensacional. Temos ainda uns sete projetos.

O senhor foi cotado para ser candidato a prefeito de São Paulo. O que lhe fez desistir?

A princípio fiquei até surpreso e ao mesmo tempo feliz, lembraram do meu nome. Foram os eleitores mesmo que procuraram o partido e eu fiquei empolgado. Mas com o passar do tempo fui vendo que é uma responsabilidade muito grande. Eu estou entrando agora na política, estou muito novo. Vou primeiro deixar terminar esses três anos de mandato que eu ainda tenho, estou fazendo um trabalho bacana e vou ver. Mas agora eu desisti (de disputar a Prefeitura de São Paulo). Não houve um convite, foi uma especulação.

Vamos voltar um pouco a história do senhor na política. Incomodou o fato dos analistas políticos terem apontado que os votos recebidos pelo senhor foi o voto de protesto?

Muita gente fala isso. Mas eu acho que não. A galera não votou no político, votou no artista, acreditando que eu poderia fazer alguma coisa. Isso é fantástico. Os eleitores votaram no artista, no artista Tiririca, o cara sincero, batalhador, que venceu na vida, que corre atrás das coisas, que fala a verdade. Eles votaram na verdade. Nós fizemos nossa campanha e poucos sabem, mas nossa campanha foi muito bonita, maravilhosa. A gente saia nas ruas de São Paulo todo santo dia e só voltava às 22h. A gente colocava uns 100 tiriricas e eram só pessoas que precisavam mesmo, pegamos pessoas da favela para entrarem nisso. E foi fantástico. Eles lutavam pela gente e pediam voto e distribuíam santinho. Foi maravilhoso. Foi algo lindo nas ruas pedindo voto.

O senhor vem sendo um deputado que ganha repercussão não pelos projetos, mas pelo fato de ser o Tiririca no Congresso. O senhor não teme que após a novidade do "Tiririca no Congresso" o senhor passar despercebido como dezenas de deputados que cumprem mandato na Casa?

Se você faz um trabalho do jeito que estou fazendo, um trabalho bacana e honesto isso não acontece. Se você realmente quer trabalhar, fazer alguma coisa pelo povo vai ser inesquecível. Não vai cair na mesmice. Poucas pessoas sabem, o nosso gabinete é o mais visitado na Câmara. Pessoas do Brasil todo vão lá para tirar foto, fazem pedidos, orar, rezar por você, pessoas de todo tipo que imaginar. Terças e quartas-feiras eu tiro duas horas para receber as pessoas no gabinete. São filas e filas de gente.

Então, nesse caso, não é um deputado, é um artista no Congresso.

Não. É um deputado atuante e um artista querido pelo povo e isso é fantástico. Vêm todas as classes sociais. Se você for a Brasília vai comprovar o que estou lhe falando. Quando entrei montei uma equipe maravilhosa. As pessoas que trabalham comigo já estiveram com outros deputados. Quando elas (as pessoas que trabalham no gabinete dele) viram as filas (de pessoas para falarem com Tiririca) eu disse que seria assim até o resto do mandato. Mas elas falaram que não ocorreria, ficaria apenas nos três primeiros meses porque com Clodovil foi assim. Mas comigo é diferente. É da pessoa se ver no Congresso. O povo se ver comigo. As pessoas me vêem lá e é como se fossem elas. É o cara que veio com o preconceito, que batalhou para caramba, veio do nada, passou fome, está lá e estar fazendo bem feito. Estou mostrando para os eleitores e para os meus próprios colegas de trabalho que tem como se trabalhar.

O senhor sentiu discriminação quando chegou na Câmara pelo fato de ser um palhaço?

Não. Eu fui bem recebido entre eles. Me respeitam para caramba, fiz amizade lá dentro. Isso é fantástico.

Nas redes sociais surgem muitas frases do senhor. Tudo que Tiririca fala vai para as redes sociais e vira motivo até de piada.

Tudo que eu falo vira notícia. Isso é fantástico porque é da galera. Eu posso não ser um professor, mas sou um cara experiente. Tenho experiência de vida. Cheguei onde cheguei não foi por acaso. Foi batalhando, correndo atrás. O cara sair de circo, do interior do Ceará, de Itapipoca e estar no meio dos artistas grandes do humor! Se você falar sobre humor hoje e não falar em Tiririca não pode. Se você falar na política hoje e não falar em Tiririca! Isso é uma coisa fantástica. O cara que batalhou e chegou onde chegou pela batalha e por falar a verdade. Sou um cara que se não gostar de você não sei fingir. Quando foi para eu entrar eu falei com minha mãe e disse que não era político. Quando foi para eu chegar lá (em São Paulo) eu já era estourado a nível Ceará com a Florentina. Quando fui para São Paulo peguei uma gravadora com o nome de Sony Music, era a gravadora de Roberto (Roberto Carlos) e Michael (Michael Jackson). E os caras me colocaram na mesa e disseram que precisavam mudar meu estilo antes de eu aparecer a nível nacional. Teria que colocar dente, colocar peruca. E eu disse que não precisava disso. Meu público (do Ceará) me conhecia como eu era. Eu não sei fazer média.

O senhor disse que quando se fala de humor tem que ter Tiririca, se falar de política precisa colocar Tiririca. O senhor alia palhaçada e política?

Eu fui o deputado mais votado do país. É complicado (aliar humor e política), mas eu não posso deixar o meu lado artístico. Final de semana quando dar eu faço shows, viajo no Brasil fazendo shows. Não deixei de me apresentar. Meu show sou eu e mais seis pessoas, é uma equipe que vive disso e a gente batalha. A política, na realidade, entrei por acaso, deu certo e vou fazer de tudo para um trabalho bacana, que venho fazendo.

Depois de deputado federal o senhor almeja que cargo?

Eu não penso em nada. Juro para ti. Não penso em nada. Se amanhã ou depois...a galera fala que se você entrar (na política) não sai mais, diz que gosta da coisa. Eu não sei, é cedo para falar isso. Eu não sei minha cabeça amanhã ou depois.

Quem ganha mais: deputado ou palhaço?

Como palhaço, com certeza. Não tenha dúvida disso. Qualquer show que você faz ganha. O ordenado da Câmara fica só naquilo.

Fonte:  http://tribunadonorte.com.br
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 3° Trote solidário
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Acidente de moto faz vítima fatal na estrada de Japi



Um acidente na RN-092 que liga Santa Cruz a Japi vitimou fatalmente Francisco das Chagas Gomes Pereira, conhecido por Neném de Zé Paulino, 38 anos, que residia no Sítio Pedrês. Ele conduzia uma motocicleta Honda CG 125 Fan, Vermelha, de placa NDE 5030, ano 2010, quando perdeu o controle do veículo, bateu no meio-fio e caiu fora da pista. Francisco das Chagas morreu no local do acidente.
O fato ocorreu, segundo boletim registrado pela polícia, às 5h30 da manhã, no trecho entre as comunidades Riacho Salgado e Barra.
Na garupa da moto estava Maria das Graças Dantas da Silva, 30 anos, residente no Alto da Bela Vista em Japi. A mulher foi socorrida e levada para o pronto-socorro do Hospital Regional Aluízio Bezerra em Santa Cruz, onde deu entrada por volta das 6h40, com escoriações pelo corpo. Ela foi medicada e liberada.
O corpo de Francisco das Chagas foi levado pelo Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) para necropsia para posterior liberação para sepultamento.
Segundo informações de populares, o condutor da moto estava sem capacete e havia ingerido bebida alcoólica.
  
Fotos: Chagas Costa
Fonte:  http://www.diariodenatal.com.br
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Pior do que cadeia

Pior do que cadeia
Espaço que deveria servir para a ressocialização de adolescentes não cumpre papel e confina internos
Paulo de Sousa




Diretor do Ceduc Pitimbu, José Alberto Fonseca, admite que a estrutura é deficitária para desenvolver qualquer tipo de atividade de ressocialização . foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press

Adolescentes do sexo masculino com idade média entre 12 a 17 anos da Grande Natal que cometem infrações graves como assalto, homicídio, ou latrocínio (roubo seguido de morte), ou mesmo aqueles que são reincidentes em delitos menores, costumam ser internados no Centro Educacional (Ceduc) Pitimbu, em Parnamirim. A intenção é que eles venham a cumprir medida socioeducativa, com direito a aulas, atividades esportivas e mesmo cursos profissionalizantes, proporcionando sua ressocialização. Mas a situação atual da unidade é bem distante disso. Para a juíza da Vara da Infância e da Juventude de Parnamirim, Ilná Rosado Motta, o Ceduc Pitimbu "é pior do que muitas cadeias".

A equipe de O Poti/Diário de Natal acompanhou a visita da juíza Ilná Rosado na última quinta-feira ao Ceduc Pitimbu com o intuito de conferir o andamento das obras de reforma que ela havia determinado judicialmente. Nessa vistoria foi possível verificar que, por causa do atual momento de insegurança da unidade socioeducativa, apenas os núcleos de internamento estão em pleno funcionamento. A própria magistrada constatou que nenhuma atividade estava sendo desenvolvida no Centro Educacional e que os internos estavam em permanente confinamento nas celas. Inclusive, ela ressalta que na rebelião ocorrida no local no último dia 16, os jovens danificaram as grades de várias celas e que o constante confinamento tem gerado um clima de tensão entre os adolescentes. Atualmente existem 33 jovens internados na unidade, que apresenta 13 núcleos de internamento (pavilhões), sendo oito ativos.

Ilná Rosado destaca ainda que já atuou como titular de outras comarcas no Rio Grande do Norte onde existem cadeias públicas e presídios e também tem trabalhado em correições de algumas unidades prisionais do estado pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN). "Eu conheço de perto a situação das cadeias de Caraúbas e de Pau dos Ferros, bem como do Presídio Estadual de Caicó. Em questão de estrutura e de segurança, o Ceduc Pitimbu é muito piorque essas unidades prisionais". A própria magistrada determinou a interdição parcial da unidade devido a relatórios feitos pela Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do Estado (Suvisa), Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e entregues a ela que apontam problemas estruturais, de segurança e de alimentação graves.

Garantias previstas em lei são descumpridas

Ainda de acordo com a juíza, a unidade apresenta outras falhas que vão de encontro à nova lei que regulamenta o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). Ilná Rosado explica que a lei 12.594/2012 prevê a existência de uma equipe técnica mínima com dois psicólogos, dois assistentes sociais, um coordenador pedagógico, um advogado. "Além disso, deveria existir ainda um nutricionista para supervisionar a alimentação, uma vez que recebemos várias reclamações dos internos sobre a péssima qualidade do alimento oferecido a eles".

A magistrada diz ainda que deveriam ser desenvolvidas, conforme a lei, atividades esportivas, de cultura, lazer e de profissionalização dos adolescentes, mas nada disso tem ocorrido atualmente. "Algumas eram promovidas anteriormente, mas todas deficientes. Por exemplo, na unidade existe uma quadra de futebol improvisada, que consiste em um campo de areia com duas traves. Também era feita uma oficina de pintura por uma voluntária. Agora essas atividades estão totalmente paralisadas devido à falta de segurança, pois os funcionários não têm como retirar os internos das celas pela falta de policiamento. Aliás, vários profissionais que desenvolvem essas atividades atualmente se recusam a ir trabalhar no local por causa disso, problema que se agravou com a última rebelião". Ilná Rosado ressalta que já oficiou o Comando da PM, responsável pela guarda da unidade socioeducativa, que seja aumentado o efetivo policial no local para que as atividades sejam retomadas no Ceduc.

Incapaz
O diretor do Ceduc Pitimbu, José Alberto Fonseca, admite que a unidade apresenta uma estrutura deficitária incapaz de oferecer as condições mínimas para o desenvolvimento de atividades ressocializantes para os jovens internos. Segundo ele, o Centro Educacional sofre com a falta de estrutura física adequada; de profissionais qualificados dispostos a trabalhar ali; de atividades socioeducativas para os internos; e segurança para os funcionários.

José Alberto diz que, atualmente, o Ceduc não conta com um psicólogo,professor de informática e de serigrafia e apenas um pedagogo, quando precisaria de mais um. Além disso, apenas cinco socioeducadores trabalham ali, sendo necessários ao menos dez. As aulas aos adolescentes, no entanto, ele garante que estavam sendo ministradas normalmente até 15 dias atrás, quando a situação de insegurança provocou a paralisação de todas as atividades. Para o diretor, o Estado deveria atentar para o fato de que é preciso dar condições ao Centro Educacional para que ele preste o atendimento com eficácia. Ele ressalta ainda que o aumento do efetivo de segurança está além de suas atribuições, uma vez que é o Comando da PM que disponibiliza os policiais para o serviço de guarda.

Quanto ao policiamento, logo após o pedido de reforço por parte da juíza, o comandante da Companhia de Policiamento de Guarda (CIPGD), o capitão PM João Fonseca, afirmou que não é possível, a curto prazo, aumentar o efetivo que trabalha no Ceduc Pitimbu. "Todo o efetivo da companhia já está sobrecarregado e não temos como remanejar policiais para unidade".

Sem segurança, escola para internos está fechada

Dentro do Ceduc Pitimbu há um prédio que funciona como anexo da Escola Estadual Djalma Aranha Marinho, do conjunto Cidade Satélite, em Natal, com uma equipe de quatro professoras. Uma delas, Vanderlúcia Rebouças, explica que em tempos de normalidade, quando havia segurança, as aulas eram ministradas sem qualquer problema. São dadas aos internos aulas do ensino fundamental, cumprindo os 200 dias letivos no ano, somente pelo horário da manhã. "Mas não cumprimos as 800 horas/aula porque não tem como juntar todos os 33 internos em uma só sala, já que há bastante rixas entre eles".

Já a professora Rosângela Lima reclama da falta de condições de trabalho. Segundo ela, os problemas começam com o deslocamento até a unidade, pois o veículo que faz o transporte dos professores é tão precário que "se chover, é preciso a gente abrir o guarda-chuva para não se molhar". Além disso, ela conta que a sala de informática existente no Ceduc está desativada, inclusive sem mais nenhum computador. Também não há biblioteca na unidade para os jovens. "O que fazemos é dar uma educação básica mesmo".

Outra professora, Fátima Canduí, lamenta a falta de estrutura, pois, segundo ela, a aula é o único momento em que os internos conseguem se concentrar e ficar calmos. "Se tem um lugar em que eles se comportam é na sala de aula, pois é a única atividade que eles ainda têm. Ou é isso ou ficar enclausurado".

O presidente da Fundação Estadual da Criança e do Adolescente, Getúlio Batista, responsável pela administração dos Ceducs do RN, admite que o serviço de ressocialização dos internos do Ceduc Pitimbu está parado, por enquanto, devido aos seus problemas estruturais. Contudo, ele ressalta que o governo do Estado já liberou recursos para uma ampla reforma na unidade. O projeto prevê a construção de quadras de basquete e vôlei, de uma piscina olímpica e de um campo de futebol. Além disso, ele afirma estar buscando convênios para que sejam retomadas as oficinas profissionalizantes. A perspectiva é de que essas obras sejam concluídas em cerca de umano e meio. "Então a realidade do Ceduc será completamente diferente".

Fonte: http://www.diariodenatal.com.br
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1° FEST TANGARÁ


Dr. Hilton é Selecionado pela USP e coloca Santa Cruz em destaque na Odontologia

Dr. Hilton é Selecionado pela USP e coloca Santa Cruz em destaque na Odontologia Brasileiradr_hiltonEm tempos de crise na saúde municipal, devidos a duas más gestões anteriores, eis que surge uma notícia que orgulha toda a população santacruzense e do Rio Grande do Norte.

Nas comemorações do JUBILEU DE OURO da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP), haverá um grande Congresso de Odontologia, o 25º COB-USP, no período de 16 à 19 maio de 2012. Durante o Congresso, que contará com grandes nomes da odontologia nacional e internacional, haverá uma MESA REDONDA sobre Odontologia em Saúde Coletiva. Tal evento será direcionado a Secretários de Saúde, Coordenadores de Saúde Bucal, Cirurgiões-Dentistas e estudantes de odontologia de todo Brasil, que poderão discutir e pedir assessoria técnica aos debatedores.
Para compor a Mesa, o Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da USP fez uma seleção criteriosa de relevantes trabalhos realizados por universidades brasileiras, na Atenção Básica em Odontologia.
Os cinco Cirurgiões-Dentistas selecionados foram:
1. Dr. Hilton José Gurgel Rodrigues, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Santa Cruz/RN;
2. Dr. Ricardo Pianta Rodrigues da Silva, da Faculdade São Lucas, de Porto Velho/RO;
3. Dra. Patrícia Matos, da Universidade Estadual da Bahia (UESB), de Jequié/BA;
4. Dr. Haroldo José Mendes, também da Universidade Estadual da Bahia, em Vitória da Conquista/BA;
5. Dra. Silvia Scombatti Dekon, Coordenadora de Saúde Bucal do município de Bauru/SP.

Fonte:  http://www.ediponatan.com.br/
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Presentei quem você ama, passa hoje mesmo na Rede Unilar


domingo, 29 de abril de 2012

GRUPO "ARTE VIVA" DIVULGA SEU TRABALHO EM REUNIÃO DA V URSAP


A companhia de teatro 'Arte Viva' se apresentou para os  secretários municipais das regiões Trairi e Potengi, em reunião periódico realizada pela  V URSAP-Santa Cruz,  para divulgar o trabalho que eles já  vem desenvolvendo sobre Educação e Saúde, em Santa Cruz e em algumas cidades da região. Com espetáculo denominado 'Gran-Circo e Outras Histórias' eles procuram sensibilizar a população sobre os cuidados que devemos ter para o combate a Dengue como também o destino que devemos dar ao lixo produzido em nossas casas. Conscientizar: lixo orgânico e inorgânico / coleta seletiva, entre outros...
O objetivo da divulgação é para que outros municípios que ainda não conhecem esse importante trabalho educativo, que une teatro e circo, tomem conhecimento e possam levar pra seus municípios,  algo que vem conscientizando/alertando a população dos deveres sobre estes temas específicos.
Santa Cruz já conhece esse novo projeto, em Maio eles irão levar para o município de São Bento do Trairi e na medida em que outros municípios tenham interesse levarão também...
O grupo 'Arte Viva', composto por 7 artistas, já se apresentou com outros trabalhos em todo Estado do RN e em Estados vizinhos, ganhando prêmios importantes com suas apresentações.
Blog do Erivan Justino

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