O processo cita nominalmente o senador Magno Malta (PR-ES), que é pastor evangélico. A decisão foi publicada no site do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo nesta quarta (9).
Viviany alegava que passou a ser hostilizada e ameaçada nas redes sociais por causa das críticas do senador. Para ela, trata-se de atos de intolerância religiosa. Em agosto de 2015, dois meses após a Parada Gay, postou um vídeo em sua página no Facebook, alegando que foi agredida perto de sua casa, no centro de São Paulo.
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