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segunda-feira, 30 de março de 2020

Coronavírus: Fabricadas em impressoras 3D, ‘máscaras-escudo’ são doadas a hospitais do RN



O Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), do Instituto Santos Dumont (ISD), começou a entregar neste fim de semana o primeiro lote de ‘máscaras-escudo’ que pesquisadores e alunos estão produzindo para doação a hospitais que atendem casos de coronavírus e outros graves no Rio Grande do Norte.

Com a pandemia do chamado Covid-19, a alta demanda por esse tipo de material – considerado essencial para o trabalho dos profissionais da saúde – provocou escassez no mercado. Três impressoras 3D são usadas na fabricação dos equipamentos, que são reutilizáveis.

A linha de produção montada no instituto envolve pesquisadores e alunos do mestrado em neuroengenharia e vai significar uma produção inicial de 600 máscaras, que deverá ser ampliada. Pelo menos outras mil são previstas.

Um total de 210 unidades, deste primeiro lote, vai suprir a demanda de quatro hospitais e de uma unidade de pronto-atendimento em Natal, Parnamirim e Macaíba. As 390 restantes, o Instituto afirmou que irá distribuir de acordo com pedidos encaminhados para o e-mail covid19@isd.org.br e avaliação de comissão interna.
O instituto está levantando doações para continuar a produção dos equipamentos. Produzidas a um custo de R$ 5 por peça, as máscaras são feitas à base de acetato plástico e semelhantes a produtos atualmente vendidos na internet por preços que variam de R$ 25 a R$ 90. Elas devem ser usados em conjunto com toucas, óculos de proteção e máscaras descartáveis.

“Esse tipo de máscara, chamada Face Shield, é um equipamento de proteção individual reutilizável para profissionais de saúde e funciona como uma espécie de escudo para cobrir o rosto inteiro durante procedimentos considerados de maior risco de contaminação, como no caso do Covid-19”, explica o coordenador de pesquisas do Instituto, Edgard Morya.

Além de máscaras, as impressoras já vão começar a trabalhar para criar também válvulas de ventiladores pulmonares usados em pacientes com casos mais graves de falta de ar e dificuldades respiratórias. Em outra frente, o grupo trabalha em um modelo de respirador mecânico de baixo custo e “open source” – projetos que podem ser replicados por qualquer interessado.




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