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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Campo Grande-MS decreta toque de recolher até dia 11 de dezembro para tentar controlar avanço da Covid-19

A prefeitura de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, publicou na tarde desta quarta-feira (25) o decreto que institui o novo toque de recolher no município, como uma das medidas para tentar controlar o avanço da Covid-19.

A restrição de circulação vai das 0h às 5h. Começa a valer a partir do dia 27 de novembro e vai até 11 de dezembro. O texto destaca que fica “terminantemente proibida a circulação de pessoas, exceto quando necessária para acesso aos serviços essenciais e sua prestação, comprovando-se a necessidade ou urgência”.

O decreto aponta ainda que o toque de recolher não se aplica aos serviços essenciais como: postos de combustíveis, farmácias e demais serviços de saúde, segurança e assistência funerária, que podem funcionar em horário estabelecido no alvará de localização e funcionamento respectivo, bem como aos setores da agropecuária, indústria e de coleta de resíduos, aos serviços de delivery e as ações destinadas ao enfrentamento da Covid-19.

A capital de Mato Grosso do Sul registrou somente nesta quarta, 453 novos casos da doença, a metade dos 905 que o estado confirmou. Desde o início da pandemia, a cidade já contabiliza 43.051 casos.

O novo toque de recolher foi anunciado ainda pela manhã pelo prefeito Marquinhos Trad (PSD) após reunião com representantes da Associação Comercial e Industrial (Acidg), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e Sebrae/MS.

Além do toque de recolher, o prefeito também anunciou que vai ampliar a fiscalização do cumprimento da medida por meio das equipes da Guarda Civil Metropolitana e Vigilância Sanitária. Também disse que serão deflagradas uma série de blitz educativa, sempre a partir da 1h, para auxiliar nesse trabalho de fiscalização.

Leitos

O Ministério Público do Mato Grosso do Sul emitiu nota à população para que a mantenha a prevenção e o estado de alerta. O órgão também informou que embora o Estado tenha conseguido manter número de leitos suficiente para atendimento da população, há escassez de recursos humanos e anestésicos para entubação dos doentes em unidade de terapia intensiva (UTI), fato que pode gerar a morte de pessoas.

G1


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