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terça-feira, 2 de outubro de 2018

Candidatos se preocupam com fake news na reta final de campanha

Marina Silva invadindo uma fazenda no Acre: mentira. Ciro Gomes agredindo a atriz Patrícia Pillar: mentira. O padre Marcelo Rossi declarando voto: igualmente mentira. E até a apresentadora Fátima Bernardes, da TV Globo, pagando por uma reforma na casa do homem que deu uma facada em Jair Bolsonaro: outra mentira. São só algumas das postagens repelidas pelas vítimas das fake news, praga que prolifera nas redes sociais nesta reta final da corrida eleitoral.

“A campanha provocou um aumento na divulgação das fake news e isso é preocupante”, disse o desembargador André Gustavo Corrêa de Andrade, vice-presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio (Amaerj), que estuda o assunto. “Essa é uma questão que preocupa por causa do discurso de ódio. Tem de ser combatida culturalmente.” Para o magistrado, a própria internet pode ser usada para esclarecer “esses casos de pessoas que se sentem protegidas pelo anonimato e têm prazer em espalhar ódio e preconceitos”.

Foi exatamente o que fez Fátima Bernardes. Com sua imagem ligada a Adelio Bispo de Oliveira, a apresentadora divulgou um vídeo em sua conta do Instagram. “Mais uma notícia falsa me obriga a fazer esse esclarecimento (…). Eu jamais apoiaria qualquer ato de violência”, disse ela na mensagem postada no dia 21. Uma semana depois, o post já contava 2,5 milhões de visualizações. Procurada na semana passada, via assessoria, Fátima não respondeu.
 
BLOG DO CANIDÉ SILVA 
 
 
 
 
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