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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

PROPOSTA QUE É BOM, NADA: PT orienta candidatos a usarem horário eleitoral para defender anulação de condenação de Lula

Foto: reprodução

A direção nacional do PT orientou todos os candidatos do partido nas eleições municipais deste ano a usarem o horário eleitoral no rádio e na televisão para defender a anulação da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a recuperação de seus direitos políticos. A orientação faz parte da série de comemorações que o PT prepara para o aniversário de 75 anos de Lula, no dia 27.

“Orientamos pautar nossa propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV neste dia com homenagem a Lula, com a mensagem #AnulaSTF, pela recuperação de plenos direitos políticos para Lula! Essa deve ser uma bandeira de todos os democratas no país”, diz um ofício assinado pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e pelo o secretário nacional de Comunicação, Markus Sokol, encaminhado a todas as instâncias partidárias.

Perguntado se a orientação de usar o espaço na TV para a defesa de Lula configura desvio de finalidade, já que o horário eleitoral é pago com dinheiro público para que as campanhas façam sua propaganda, Sokol respondeu que a anulação das condenações do ex-presidente é uma plataforma de todos os candidatos do PT.

Por orientação de Lula, o PT adotou a estratégia de lançar o maior número de candidatos possível nas eleições municipais. Isso ajudou a fragmentar a esquerda em várias cidades importantes. Segundo cálculos do partido, o PT tem cerca de 60 candidatos próprios nas 95 cidades com segundo turno. Desde o início, a sigla tem dito que as campanhas municipais seriam usadas para defender o legado dos governos petistas e os direitos de Lula.

O ex-presidente foi condenado duas vezes por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do sítio de Atibaia e do tríplex do Guarujá, ambos com base em investigações da Lava Jato. Lula chegou a cumprir um ano e meio de prisão em Curitiba.

Segundo Sokol, o ex-presidente não foi o autor da ideia, mas aprovou a medida. “Não é contra a vontade dele, mas não foi ele que pediu. Lula é superparcimonioso. Ele sempre diz que é o último que poderia pedir essas coisas”, disse o dirigente.

“Vamos politizar a eleição. Com este governo Bolsonaro não existe solução real só no âmbito municipal. Não sei se tem alguma definição do que é propaganda eleitoral. Levantar a defesa da maior liderança de massas do Brasil não é uma bandeira política? Se alguém ficar incomodado, é para incomodar mesmo”, disse o dirigente.

Estadão Conteúdo


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